Ciúmes, saudades, medo e...



Se existe algo destrutivo é o ciúme...
Dor maldita que chega e fere a carne como ferro em brasa, sobre fina camada de seda.
Sinto-me esmagada por um rolo compressor que vem destruindo tudo pela frente. Meu mundo se parte, tudo cai pelo chão frio, fétido e impassível a minha dor. Vejo meu ser tão frágil, pequeno diante de tamanha dor.
E você  se sente como uma pequena gota  de orvalho caindo vertiginosamente no deserto em meio a uma tempestade de areia, que te turva a visão e você não sabe mais nada, sabe apenas que doi, uma dor tão lancinante que destrói a alma e  um profundo sentimento de impotência é tudo que resta.

Tudo o que você tem são lembranças, ais, dor, saudade, medo, ódio e nenhuma certeza.
Não sei se se morre de amor, só sei que por amor quase morri em meio a dor, resultado desse amor que transformei em não sei o que, que foi não sei para onde, só sei que me levou, e o que restou de mim, se cabe outro amor ? Não sei...
Quantas mulheres vivem tais sentimentos, dia após dia sem esperanças, sem amor, carinho ou mesmo um olhar, uma palavra...

Mulheres guerreiras, sonhadoras que passam por muitas lutas e no fim o que as faz continuar é o desejo infinito de viver um grande amor.  Assim é Esther, marcada para sempre por um amor jamais esquecido. 
Ahtange Ferreira

4 comentários :

  1. Olá! gostei do blog. Esse romance foi voce quem escreveu? Eu gostei muito do texto, é muito profundo, nos faz pensar em nossos sentimentos.

    beijos.

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  2. Foi sim, essa é a intenção.
    Chamar atenção do leitor para a estrutura emocional e familiar.

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  3. Você é de São Luís? Terra Maravilhosa!!! Também sou filho da ilha. Se me permite postarei alguns versos de Carlos Vate:
    Sou uma ilha grande / banhada pelo oceano / que cresce a todo o instante / A ela estou confinado / nunca saí e nunca saio / Só me caio cansado / após tanto ser (sem ser de fato) / Tanto a amo sem receio / que a ela e ela escrevo
    / e juro fidelidade / à minha grande ilha /
    que me prende indefinida / De muitos imortais
    De muitos e mortais / Das torres e mirantes (...) fragmentos de "Vate, a última semana de um Poeta..."

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Olá, este é um sonho estou lutando muito para torná-lo uma realidade. Dê sua opinião, critique de forma construtiva.
Obrigada, um abraço indelével.
Carinhosamente Ahtange.