08 agosto 2011

Meu anjo...

Dizem que o tempo cura tudo.
Mas, em quanto tempo? A quando esta inquietude no mar da minha alma? Provocada pela saudade e vazio da tua ausência?
Quanto tempo ainda, sentirei no rosto  essas lágrimas constantes e o arfar do peito em soluços vindos da alma, do mais profundo do meu ser... Tento gritar, mas da minha boca não sai som algum...
Então sinto o peito sufocar e ao longe, cada vez mais longe tua imagem, como borrão da minha mente em desalinho. Sinto-o se afastando, estou te perdendo em cada  novo amanhecer e em cada entardecer te perco um pouco mais, meu anjo o que fazer se já não posso mais te ter? 
Quisera eu, por entre gemidos te fazer me ouvir de onde se encontra e trazer-te de volta para junto de mim, num sussurro  te fazer renascer para mim, novamente viver e me pertencer como anjo, como homem, como manto sem mais pranto e vivermos pra sempre no doce encanto do nosso amor eterno em nossos corações.
Pra sempre tua flor do Brasil

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