Teus rabiscos...

Sinto um nó na garganta...
Um grito reprimido arfando no peito...
Um beijo não dado...
O telefone mudo...
O tempo parado...
A dor que chega e dilacera o peito... Então descubro por entre soluços...
O que sinto é solidão...
O vazio de um amor ausente, inexistente talvez, incompreendido.
Apenas por mim vivido na solidão de uma vida a dois.
Sem lençol compartilhado, teu peito como travesseiro negado... Chuva fina na madrugada vazia, ouço o coração no ritmo das gotas que caem no telhado, gota a gota escorre como a ti... Por entre meus dedos. Tento em vão reter-te.
será qui fui seu amor? Ou apenas um atalho? Que outros caminhos trilha teu coração andarilho que em ladrilho junto ao meu peito rabiscou teu adeus...
Mas ora digo-te!!! No mesmo ladrilho apago teus rabiscos e de ti, traço em mim... Já não existe.
Ahtange Ferreira

2 comentários :

  1. Olá Ahtange, :)

    Amei o texto, sensivel, triste e tão verdadeiro que não há como não se reconhecer em alguns dos pensamentos...

    "Sem lençol compartilhado, teu peito como travesseiro negado... Chuva fina na madrugada vazia, ouço o coração no ritmo das gotas que caem no telhado, gota a gota escorre como a ti... " - minha parte preferida. Gostei muuito *-*

    Ps: Senti falta daqui ^^

    ~> Beijusss...;*

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  2. Olá minha querida tão bom ter vc aqui.
    Bjos!

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Olá, este é um sonho estou lutando muito para torná-lo uma realidade. Dê sua opinião, critique de forma construtiva.
Obrigada, um abraço indelével.
Carinhosamente Ahtange.