Catálogo Modo

Olá meus queridos trazendo para vocês as novidades de julho da Editora Modo.
 Com destaque do mês a fofa da Gabrielle Venâncio Ruas autora de Angellore.
E muitas outras novidades que vale apena conferir.




Com certeza, a experiência de se publicar o primeiro livro é, de longe, uma das melhores que já experimentei a vida toda.

Desde muito jovem eu sempre sonhei em ser escritora e em algum dia poder fazer disso prioridade na minha vida. Descobri minha vocação aos 9 anos, e aos 12 comecei meu primeiro romance (que não cheguei a publicar) intitulado Os Sete Medalhões – A Lenda, o qual só fui terminar aos 18 anos. 
Eu ainda era muito imatura literariamente falando, e após perceber que eu ainda precisava amadurecer muito como escritora, decidi guardar esse projeto na gaveta e buscar por uma evolução literária.
Ingressei na faculdade de letras e me joguei de cabeça nos meus estudos, no mundo da leitura e em tudo aquilo que estivesse relacionado à literatura, numa busca por aprimorar meus conhecimentos. Então, quando me senti preparada, iniciei Angellore e pela benção de Deus e receptividade ao meu trabalho, recebi um “sim” da Modo Editora e desde então me encontro numa etapa maravilhosa da minha vida.
Mas me sinto feliz não unicamente pelo fato de estar realizando um sonho, como também, por ver que meu trabalho foi reconhecido, e que todo o esforço que tive ao longo da minha vida e empenho foram mais do que válidos e me ajudaram a conquistar o espaço que eu tanto almejei. 
A receptividade dos leitores com relação à Angellore também vem sendo muito boa, na verdade, mais do que eu poderia esperar. Eles estão cativados pela história e intrigados com o tipo de enredo que existe por trás da capa (muito linda, por sinal), o que é uma recompensa e tanto para mim, e uma alegria enorme.
Eu adoro conversar com cada um dos meus leitores, falar sobre o livro e ouvir suas expectativas, é incrível. Atualmente divido meu tempo entre a faculdade, um estágio, a confecção do segundo volume de Angellore e a etapa de publicação do primeiro, além da divulgação e da administração das redes sociais do livro, mas apesar do cansaço e da correria, é realmente tudo o que eu sempre quis.
Só posso agradecer a Deus por ter abençoado tanto o meu caminho e por editoras como a Modo, que acreditam e apostam no trabalho dos novos escritores, e, principalmente, os nacionais.
Brindes para quem participar de sua noite de autógrafos

Falando um pouco mais sobre literatura
image
image
Minha carreira com a Literatura começou quando eu ainda era criança. Me lembro de ter sido na escola, quando a professora de português mandou os alunos escreverem uma redação de uma página usando um recorte de jornal como base para nossas histórias, e a minha redação foi maior do que de qualquer outra criança. Eu já gostava de redigir contos infantis bem antes disso, mas foi nesse dia que realmente percebi meu gosto pela Literatura. Outro fator que despertou em mim a atração pela Literatura foi o hábito da leitura. Um dia, quando eu tinha oito ou nove anos, não me lembro bem, ganhei um livro do meu pai chamado O Menino do Dedo Verde, e desde então não parei mais de ler.
Um fato que me marcou, acredito que foi durante a divulgação pela internet que realizei do meu primeiro romance. Recebi muito apoio, ganhei meus primeiros leitores e até hoje as pessoas me conhecem por causa desse livro, me perguntam sobre ele e sobre quando voltarei a divulgar; é realmente gratificante. Graças a todo esse carinho que muitas portas se abriram para mim no mundo literário.
Um tema que gostaria de escrever e ainda não escrevi, Com certeza é a ficção científica. Meu forte de escrita sempre foi a fantasia épica, e em Angellore também me aprimorei no romance sobrenatural, mas a ficção científica me parece um tema mais complexo, eu precisaria me dedicar muito à pesquisas e embasar bem o enredo. Talvez um dia eu ainda me arrisque (risos).
Meu relaciono com meus personagens é bem intenso. Quando eles nascem, à medida que vou ganhando intimidade com eles, me apaixono perdidamente por cada um, vou conhecendo-os, entendendo-os melhor, me coloco dentro deles, vejo o mundo como eles veem, e isso acaba tornando a tarefa de escrever ainda mais prazerosa do que realmente é. Meus personagens são quase como filhos, e essa capacidade de se materializarem na minha mente é o que faz com que ganhem autonomia e transformem a história em algo muito mais real e palpável ao leitor.
Antigamente, no período em que eu tentava publicar meu primeiro romance, eu via o mercado editorial como um monstro de sete cabeças, feroz e assustador. Na medida em que fui amadurecendo, percebi que era eu quem precisava evoluir como escritora para poder fazer uma escrita realmente boa e me destacar. Foi então que ingressei na faculdade de Letras, certa do meu desejo de me aprimorar e evoluir. Hoje em dia, o mercado editorial pra mim se mostrou seletivo, mas aqueles que realmente se dedicam em fazer um bom trabalho conseguem conquistar esse meio, assim como atingir leitores de todos os tipos, dos mais desinteressados aos mais exigentes.
Obviamente, minha opinião também mudou graças às portas que as editoras vem abrindo para os novos autores, particularmente, valorizo muito o trabalho daqueles preocupados em mostrar aos leitores o quanto a literatura nacional é mágica e tão boa, ou melhor, quanto a estrangeira (afinal de contas, dominar a língua portuguesa, complexa como ela é, já é um adicional a mais).
A obra – Angellore, Divina Conspiração
image
SINOPSE:
Olívia Giacomelli é uma investigadora de polícia especializada em complexos casos de assassinato. Competente, ela sempre conseguira resolver com êxito cada um deles, nunca encerrando um crime sem solucioná-lo. No entanto, uma sequência de mortes misteriosas vinha ocorrendo desde 2007 sem que o assassino deixasse rastro. Sophie, uma jovem universitária perseguida por sombras sinistras, tenta superar a ausência da família que morrera num terrível acidente de carro no reveillon de 2008. Em busca por respostas, os caminhos de Sophie e Olívia se cruzam e ambas irão se deparar com uma realidade aterradora. Elas se veem em meio a uma batalha invisível que desde sempre era travada por seres imortais: os Angellores. Agora, elas estão num terreno obscuro e assustador, precisarão se arriscar para descobrir a verdade que mudará suas vidas para sempre.
Resenha de Angellore – A Divina Conspiração/ Sussurro Noturno – Vol. I
Por: Felipe A. S. Moreira

Tenho que dizer que fiquei surpreso quando terminei de ler o livro, pelo fato de ele ser mais curto do que eu esperava, fiquei com uma sensação de que poderia acontecer mais coisas (que vão acontecer na continuação), mas isso eu vou explicando pouco a pouco. 
A técnica da autora durante o livro está muito bem apurada, tanto nos capítulos de Sophie, quanto nos de Olívia e do narrador “misterioso”. Os capítulos que curti mais foram os da Olívia, mas não tenho críticas a fazer sobre os outros.
Enquanto a história se desenvolvia, fiquei com a impressão de que todas as cenas se passavam à noite, de tão sombria que a trama era. Sinceramente, se eu morasse na BH deAngellore, teria medo de sair à noite. É tudo muito mais misterioso, assustador e tenso, o que dá uma boa carga de suspense à história. E por falar em suspense, em Angellore ele chega a ser agonizante. Embora eu já tivesse várias informações sobre a trama, todo capítulo que terminava eu ficava me perguntando quando a autora iria fazer as revelações e, apesar de elas demorarem a aparecer, isso foi positivo porque eu ficava tenso quando lia os capítulos da Olívia, vendo ela se aproximar da verdade, mas, ainda sim, sem nenhuma grande descoberta.
Bom, eu estou falando dos capítulos da Olívia, mas o mais importante da trama são os capítulos da Sophie. O fato de ela conseguir ver sombras e vultos deram a ela uma personalidade muito interessante, passei a me preocupar mais com ela, e a introdução de Kati, Nicolae e Fernando à narrativa caiu muito bem. Katsuyo é, basicamente, o alívio cômico, algo necessário na atmosfera da história. E sua falta de vergonha, por assim dizer, torna ela um tanto caricata, pelo fato de ela se envolver facilmente com personagens masculinos. O lance do Voyage ano 100 a.C. foi um dos poucos momentos em que eu ri. Não estou falando de Angellore em si, mas em livros em geral, porque fazer humor em livros é uma coisa difícil.
Mas acho que o personagem que ganhou mais contornos nessa história foi o Nicolae. De sujeito estranho e arrogante, inicialmente, ele passou a uma atmosfera meio vilanesca e psicótica. Em nenhum momento ele deixa de ser misterioso, o que me faz perguntar se os outros leitores demorarão a descobrir quem ele realmente é, mais do que a Sophie. À medida que os dois vão se comunicando, Nicolae se torna o senhor "fala certa na hora certa", o que sem dúvida vai fazer as leitoras femininas se derreterem por ele. Principalmente porque as cenas entre ele e a Sophie são bem mais voltadas para o lado carnal do que os típicos romances adolescentes e suas ceninhas novelescas.
Fernando demorou a mostrar alguma importância na trama, apesar de ser o contrapeso correto dos capítulos de Sophie. O que é fácil de entender já que primeiro ela precisava descobrir sobre os Angellores e etc. Ele ajudou Sophie, mas acho que ele poderia ter feito algo mais, brigado com o Nicolae, tentado ser mais protetor, talvez. Apesar disso, o personagem é bom e espero que tenha mais desenvolvimento nos próximos livros. 
Voltando a falar de Olívia, temos a introdução de Daniel, que à primeira vista me pareceu um Lorde da escuridão infiltrado, mas isso é outra história... 
Mas a grande jogada do livro e pra mim a parte mais bacana é quando a autora entrelaça as narrativas em sequências: as interseções entre Olívia, Sophie e o narrador “misterioso”, fazendo com que uma cena acabada numa das narrativas seja retomada de outro ponto de vista.
As cenas de ação também têm grande destaque dentro da trama: as lutas comuns, os confrontos com os khaos e os duelos dos angellores. O primeiro tipo é bastante simples, mas me deixou curioso quanto ao estilo de luta dos angellores. Acho que são as sequências mais "realísticas" e verossímeis.
O segundo tipo, embora confuso por estar sempre envolvendo uma cena de fuga de Sophie, é interessante e o mais cinematográfico, por assim dizer. Enquanto lia essas partes, imaginava tudo como a cena de um filme.
E o terceiro, mais decisivo e singular tipo é o duelo de anjos. Nesse tipo a autora mostra claramente sua influência de animês e mangás, justamente por isso, são cenas difíceis de serem imaginas por uma mente acostumada à filmes. As armas dos angellores foram bem escolhidas também. 
Do mais, o climax final é todo baseado em duelos. Depois das revelações temos uma cena entre Nicolae e Sophie e mais uma vez ele usa seu repertório de frases perfeitas para ocasiões oportunas, A relação entre os dois é muito mais do que água com açúcar porque mistura-se com o pecado carnal, isso foi uma adição interessante. 
No fim, acho que Angellore – Sussurro Noturno servirá como um bom introdutor ao universo dos angellores e que venha o livro 2!
Beijo, 
Felipe A. S. Moreira
image
image
image
Adoro pessoas e uma boa conversa, todos esses anos trabalhando com fisioterapia e atendendo a pacientes posso dizer que ouvi histórias de vida maravilhosas, observar como a vida age é uma lição inesquecível! Às vezes algumas pessoas me perguntam se estão me aborrecendo com a conversa, pelo contrário eu adoro escutar, sou uma boa ouvinte. Talvez por isso acabem surgindo tantas ideias para colocar no papel. Não consigo distinguir muito bem entre a autora e a pessoa comum, pois as minhas experiências de vida acabam ajudando na hora de escrever, enfim, em tudo há inspiração basta saber observar.
Sempre gostei muito de ler, desde pequena adorava ler estórias para minha irmã caçula e durante as brincadeiras criava personagens e aventuras variadas. Na adolescência comecei a escrever contos curtos que chamava de As Estórias de Vivi, uma garota meio maluquinha, que apesar de bem intencionada aprontava várias confusões. Comecei a escrever as aventuras da ADQS em 1997, as ideias surgiam e era impossível não passá-las para o papel, por incrível que pareça eu escrevia a mão em um caderno, no ano seguinte para me dedicar à faculdade parei de escrever e guardei esses escritos. Em 2010 quando me casei e fiz minha mudança encontrei minhas anotações, me diverti muito ao reler as aventuras dos agentes secretos e decidi reescrever e atualizar a estória para os dias atuais. Sabia das dificuldades para publicar um livro, fiquei muito surpresa quando fiquei sabendo que o meu original havia sido aprovado pela Editora Modo.
Espero compartilhar minhas ideias e criatividade com outras pessoas, que elas se arisquem nessa aventura, se divirtam, se emocionem. Para um escritor não existe nada melhor do que o retorno de um leitor, dizendo o que gostou, o que não achou tão legal, seus personagens favoritos, comentar passagens do texto, tudo isso é muito gratificante e vale a pena cada minuto que passei elaborando e escrevendo o livro.
Escrever é um prazer indescritível, dar forma a algo que antes apenas existia na minha mente é algo espetacular! Quando estou escrevendo acabo me desligando do mundo e quando percebo estou há horas na frente do computador ou diante de várias folhas de papel, adoro ver a estória se desenvolvendo , tomando rumos inesperados, personagens interagindo, nossa tudo isso é fascinante! Procuro aproveitar os momentos livres para escrever.
image
ADQS – a obra
image
SINOPSE:
Cíntia encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas alternativas são: denunciar o ‘namorado’, praticamente, assinando sua sentença de morte ou ser presa e permanecer um longo tempo na prisão. Na delegacia acaba conhecendo Henrique, um homem charmoso e misterioso que faz uma proposta – a garantia de que não irá para a cadeia. O que ela não imaginava é que seria recrutada para fazer parte de uma organização secreta, assumindo a identidade de Thaís Torres e se mudando para São Paulo. Agora a mais nova agente da ADQS terá que investigar crimes que a polícia comum não conseguiu resolver, arriscando sua vida nas operações pouco convencionais da organização. Aos poucos, Thaís desvenda os mistérios da organização secreta, vivendo fortes emoções em suas missões e se arriscando em um romance proibido. Mistério, aventura, humor e romance fazem parte desta trama.
DADOS SOBRE A OBRA:
- Importância de sua obra para o mercado literário
O livro promove entretenimento, apesar do tema resolução de crimes ser denso, a estória é narrada de forma leve e criativa, dosando romance e humor entre as aventuras dos agentes dessa organização secreta brasileira. Os personagens vêm de diferentes localidades do Brasil (cada um de um estado/cidade diferente), valorizando a nossa cultura e mostrando a diversidade cultural de nosso país. Tenho certeza que os leitores irão identificar-se com seus personagens e acompanhar suas aventuras.
- FOCO DA NARRAÇÃO
O livro conta com uma trama boa de suspense e mistério, onde os personagens devem desvendar crimes e investigar possíveis culpados, além de lidar com as suas culpas referentes ao passado. Embora fale também sobre relacionamentos e trabalho em equipe.
- PÚBLICO ALVO
Público jovem e adulto que gosta de livros policiais, investigação e espionagem. Leitores que buscam na literatura nacional um livro nesse estilo, que faça com que possam divertir-se e identificar-se com os personagens nacionais.
- MENSAGEM QUE A OBRA PASSA AO LEITOR
Embora a organização seja formada por ex-criminosos, eles são convidados ao entrar na organização a redimirem-se e combaterem o crime. Passando a imagem de que o crime não compensa, pois os envolvidos podem até tentar fugir, mas mais cedo ou mais tarde recebem alguma forma de punição. Considero essa uma mensagem importante diante do mundo violento que vivemos, portanto apesar do tema policial o livro não incentiva o crime. O livro também faz uma reflexão sobre as fraquezas do ser humano que embora tente se redimir após ter cometido crimes, sempre carrega algum tipo de culpa ou tendência a cair no erro novamente.
Personagens de ADQS:

imageHenrique Rocha
Personalidade: Líder nato, extremamente sedutor e charmoso, misterioso e focado na obtenção de resultados. Estrategista por natureza. Tem o humor variável, na maioria das vezes um homem de bem com a vida, mas procure não contrariá-lo ou conhecerá sua ira. Qual segredo Henrique esconde de todos? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!

imageThaís Torres
Personalidade: Segura e confiante, gosta de enfrentar desafios. Muito bonita, mas deixa a desejar na pontualidade e muitas vezes é impulsiva. Especializada em artes marciais e lutas. Que mistérios Thaís encontrará nessa nova fase de sua vida? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!

imageBruna Bonni
Personalidade: Debochada e extrovertida, sempre fazendo piadas. Não é a toa que se mostra irresponsável e não leva nada a sério, levando seu chefe e colegas a loucura. Habilidosa em manipular pessoas e com alto poder de persuasão consegue resultados muito bons. Como uma pessoa tão carismática foi parar na ADQS? Venha Desvendar

imageCaio Pontes
Personalidade: Extrovertido e bem humorado, lindo e carismático, sempre faz observações sarcásticas, eficiente, mas exagera um pouco nas brincadeiras. Tem a habilidade de transpor qualquer tipo de barreira. Qual será o passado de Caio? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!

imageValéria Mortari
Personalidade: Calma e ponderada, Racional e equilibrada, chama a atenção pela beleza, mas demonstra ser muito inteligente também. Entre suas habilidades estão sua atuação perfeita nos papéis que é designada, poderia se tornar uma atriz. Valéria atua muito bem, o que será que ela esconde atrás dessa calma toda? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!

imageEdson Guerra
Personalidade: Correto e sensato, perspicaz ao analisar os casos tem sempre boas idéias e soluções. Apenas é um pouco certinho e tímido. Suas habilidades em informática são brilhantes, merecendo o título de hacker. Como esse ex-criminoso tão inteligente entrou para a organização? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!

imageCíntia faz um acordo com Henrique, denuncia uma quadrilha para não ser levada a prisão! O que ela não imaginava é que seria recrutada pela Organização Secreta ADQS, assumir a identidade de Thaís Torres e ajudar a prender diversos criminosos! Ilustração Cíntia assume a nova identidade de Thaís Torres!
Créditos das Ilustrações: Patrícia Milene, assinando como Soma.
Apresentação1



image

Conhecendo Alex Aleluia

Autor de O Aniversário
image
“A vida tem valor e nós temos valor diante da vida” já dizia William shakespeare
“Meus pais se separaram muito cedo, cresci com a frase que ouvi de pequeno “tomara que não vire um marginal”. Hoje estou aqui. Mostrei a todos o meu potencial, na aba de minha mãe, precisei de correr muito com outras pessoas, mas o final eu VENCI”
Nasci em Ferraz de Vasconcelos, localizada na grande São Paulo, morava em Poá, que fica ao lado. Estudei até a 4ª série do ensino fundamental na tão “pequena e povoada cidade”, minha família é  humilde e cheio de conflitos. Tivemos de nos mudar para Guaianazes, periferia de São Paulo, por motivos ocultos, que por sua vez, não posso dizer o porquê. Lá tivemos domicílio com segurança, não cheguei a frequentar o restante do ano letivo. Até que minha avó vendeu a casa em Poá e fomos parar em Mogi das Cruzes, uma outra cidade da grande São Paulo.
Um bairro novo que havia apenas terra e barro para se pisar e uma escola com um número alto de violência, para tanto tive de ir estudar em uma escola de um bairro vizinho, em Brás Cubas, foi quando comecei a amar os professores. Foram eles quem me deram um norteio e uma segurança incalculável. Foi lá que tive bons amigos de infância e além o meu primeiro amor, não me lembro de seu rosto, mas lembro dos momentos que passei “babando” por esta garota, rsrsrs.
Após, me mudei para César de Souza, um bairro legal, com pessoas legais,  mas tinha de andar mais de 10 km para chegar à escola, então pulamos esta parte.
Ao retornar a Jundiapeba, estudei a 7ª, 8ª e o 1º colegial, foram anos maravilhosos. Lá tive realmente a certeza de que poderia ser alguém. Fui de Grêmio estudantil e de UMES, me destaquei por querer o bem da escola, fiz projetos que realmente melhorou o bairro onde vivia.
Um professor de Língua Portuguesa, assim que entrei, escreveu bem grande o meu sobrenome – ALELUIA – eu detestava – mas a partir daquele momento todos me chamavam assim e então fiquei conhecido por toda a escola de ALELUIA. E que sobrenome que fez história. Minha intenção era continuar no ritmo estudantil e queria parar na UBES, mas minha mãe resolveu vir para uma cidadezinha do interior paulista, chamada Ida Iolanda, distrito de Nhandeara. A primeira vez que vi, detestei, como acostumar em um lugar pacato, sem adrenalina? Mas aos poucos fui acostumando.
Completei o ensino médio, minha mãe passou por algumas cirurgias e meu irmão estava com bronco, foi, então, que tive de assumir as horas da casa, fui para a roça, pegar algodão, servente de pedreiro, trabalhei em mercado, açougue, secretaria escolar, biblioteca e até que cheguei a uma indústria de açúcar e álcool.
Sempre tive a vontade de escrever, na infância, escrevia todas as brigas cometidas pela minha família, e aumentava um pouquinho, para dar mais drama. Sonhava em ser Jornalista e eu mesmo confeccionava minhas próprias revistas e jornais… Quanta imaginação! Não acham?
Aos 14 anos escrevi o meu primeiro romance – SEM DESTINO – claro que já havia ensaiado outros como – ASSASSINOS DE PRIMEIRA CLASSE – VIDA DUPLA – O PREFEITO, mas o que eu fiquei deslumbrado foi o primeiro.
Quem corrigiu foi minha professora de Língua Portuguesa do Ensino Médio, Roselena, o interessante é que ela leu em dois dias e após passei para mais algumas pessoas e eles amaram. Escrevia manualmente e quem digitou tudo aquilo para não sair do papel foi Márcia Belmiro e Aldo Alonso, um casal que considero como meus pais, estes me ajudaram em todos os aspectos, graças a eles estou onde estou, vamos parar senão eu choro.
Vivíamos sempre na pindaíba, não chegamos a passar fome por motivo das pessoas deste distrito que nos acompanharam. Até que, graças a Márcia, fui fazer Letras, pois era mais fácil conseguir bolsa neste do que em Jornalismo, confesso que de imediato não gostei da ideia, mas fui até o fim. Claro que para completar o curso tive de fazer muitas coisas e passar por outras, mas estou aqui, cada vez mais forte, cada vez mais firme.
Agradeço a todos que passaram em minha vida e que me modificou um pouquinho.
Porém não acaba por aí. Hoje leciono em escolas públicas e particulares, em cursinhos e coordeno atividades para a comunidade em Sebastianópolis do Sul. Foi então, que comecei a construir a saga DÉJÀ VU, no começo foi uma brincadeirinha, mas depois soltei a imaginação e misturei o real e o fantástico.
Nos primeiros capítulos pedi para minha diretora, que também é formada em letras, ler, mas não identifiquei o autor, e ela amou, como disse “fiquei louca”, foi assim que continuei a história. Vi, que realmente fazia uma teia forte e com muitos mistérios.
A partir daí, surgiu O ANIVERSÁRIO, foi publicado e em duas semanas chacoalhou as cidades do interior. Com um pouco de mistério, suspense e em discurso indireto livre com o ponto de vista de narrador personagem, contei a história na visão de Talita e hoje reescrevo SEM DESTINO na visão de Garcia.
Após um ano recebi a proposta da editora para relançar O ANIVERSÁRIO. Blogs começaram a destacar o livro e isso foi um orgulho!!! 
Aguardo ansioso pelo lançamento e quero que todos estejam nesta festa!!
Essa é minha história e O ANIVERSÁRIO fará parte da sua vida.
Após escrevi mais quatro livros; GHEB E A FÚRIA DOS SILFOS; GHEB E A MALDIÇÃO DOS GNOMOS; DIÁRIO DE UM PROFESSOR E EDUCAÇÃO E SISTEMA.
E no ano de 2012, sairá uma nova versão do livro O ANIVERSÁRIO, pela Editora MODO.
Alex de França Aleluia
image
Resenha da obra O ANIVERSÁRIO
image
SINOPSE:
De repente, uma previsão – algo terrível poderia acontecer no dia da festa de aniversário dos 15 anos de Talita, como ela poderia evitar esta tragédia? Sente-se aliviada em saber que tudo não passou de um grande sonho. Mas, ao acordar identifica que este terrível pesadelo passa a se tornar realidade. Ela corre contra o tempo para anular sua festa, porém o seu destino encontra-se nas mãos da própria sorte. Um livro repleto de suspense e mistérios que irão tirar o fôlego do começo ao fim. Você está convidado para esta festa!
Impressões da Resenhista:
Este é um tema que aborda os mistérios submersos no psíquico humano, que se expressam sem hora marcada no cotidiano, de repente - uma impressão produzida pelos objetos exteriores num órgão dos sentidos se dá por uma memória ou uma simples lembrança de algo que aconteceu tão instantaneamente, fica conservada em sua mente - você guardou algo, que "não presenciou", ao presenciar novamente você tem a estranha sensação de já ter vivenciado aquele fato. 
Muitas vezes, nossa memória pode falhar; nem sempre se consegue distinguir o que é novo do que já era conhecido. Lendo o livro e entrando na trama apresentada, o desejo era de um déjà vu para conhecer o que o autor sentiu quando escreveu o livro – O Aniversário. A trama é tão real, que me perguntei diversas vezes - Eu já li este livro? Já assisti a este filme? Já estive neste lugar? Eu conheço este sujeito? – sem dizer do impacto causado, mesmo que queira, não consegue parar de ler, isso se dá pelo motivo de querer descobrir o que acontecerá na página seguinte. No entanto, todo o estado de ansiedade que causa esta obra, vem acompanhado do sentimento de estranheza que é indispensável ao verdadeiro déjà vu. Não convivemos diariamente com tal situação, embora toda pessoa já deva ter tido algum, mas... a personagem, vive assim, constantemente... Fatos em cadência, que nunca se sabe, o que é real ou imaginário, como se todas as sensações, ocorridas dentro do livro, fossem palpáveis. Mas o que mais me impressionou, foi o fato de que nem o mais perturbador dos filmes de suspense me deixaram com as mãos frias, ávidas, tentando desesperadamente descobrir os tantos mistérios que conta esta obra.
Senti-me um pouco confusa, ou indecisa, ou triste junta com a protagonista, pois sentia com ela, a dor que era ter a memória sem a limpidez de outros tempos, como se tudo não passasse de uma grande cilada, a qual todos eram suspeitos, e quando se caia na realidade, acreditando que tudo não passava de um sonho, acontecia novamente, fatos idênticos e pessoas diferenciadas, suspeitos de crimes amorais, atos subvertidos, deslealdade, talvez... sonhos desfeitos. Pobre Talita!
Não há nada de esquisito em não se recordar de um livro que se leu ou de um filme que se assistiu, ou de um fato que deveria ser importante, estranho mesmo (e aqui entra-se no déjà vu) é sentir que a ação que se mostra tão familiar e conhecida, não deveria sê-lo. Ficou nítida a sensação esquisita de estar revivendo com a personagem (ela se tornou intima de minha leitura) alguma experiência passada, sabendo que é materialmente impossível que se tenha acontecido algum dia, mesclando o irreal com o real, por terem correlação com as pessoas mais ligadas a personagem - novamente senti o desejo de falar de Talita como se fosse a mim mesma, o autor me permitiu isso durante a leitura. Mas, o que é mais intrigante nesta questão é o fato do autor experimentar esta estranha sensação, passar para o papel e o milagre acontecer – ele transmitiu a mensagem! 
O livro foi escrito através de uma linguagem bastante acessível, o texto mescla momentos de narração - que é feita em primeira pessoa – com momentos de diálogos diretos internos, que dão maior realidade à história.
É possível afirmar que este livro é um expoente máximo de espontaneidade, fugindo de técnicas, deixando o leitor impressionado com um desfecho inesperado, que abre um gancho para a continuação e revelação de tantos mistérios que até então, me deixaram intrigadas, fazendo-me perguntar, o que será de Talita? Como se ela realmente existisse e fosse surgir nas notícias dos jornais a qualquer momento, revelando de forma exponencial - a natureza cruel do ser humano. 
Aqui, segue o convite para esta festa, um aniversário de 15 anos, recheado de sangue, medo e mistérios.
Adriana Vargas
Escritora, advogada, poetisa, coordenadora do CNA e agente literária MODO.

image
TRECHOS DE NOSSAS OBRAS
image
Beijos e Batom / Mariana Sgambato
image
Gustavo suspirou fundo. Esse era o único defeito de Daniel: ficava o tempo todo protegendo Bia das brincadeiras. Era algo que também tinha começado há pouco tempo, pois se lembrava de que no começo Daniel juntava-se a ele nas brincadeiras contra Bia, rolava até uma competição entre ambos. 
Foi por essa mudança repentina de comportamento que Gustavo se sentiu obrigado a conversar seriamente com Daniel durante o Ano Novo, para pedir-lhe que não tentasse nada com Bia, pois se algo acontecesse, sabia que isso afetaria a amizade dos dois.
Lembrava-se daquela noite como se fosse ontem, já fazia mais de um mês, mas as memórias estavam marcadas profundamente em sua cabeça. Tinha sido um dia maluco, Gustavo ainda estava muito chateado com o fim de namoro com Larissa – que era melhor amiga de Bia – seus pais brigando na sala, Bia chateada por estar sozinha durante o feriado do Ano Novo e Daniel tentando fazer companhia para a menina, como um bom anfitrião – estavam na casa de veraneio dos pais de Daniel, que apareceram apenas no dia da virada. 
Notou que durante aquelas duas semanas que passaram de férias na praia, Bia e Daniel tinham ficado muito próximos, conversando sobre coisas que tinham em comum e fazendo tudo juntos. Com isso, Gustavo ficou de lado lamentando o término do namoro.
Gustavo sentia-se até meio mal quando se lembrava do momento em que disse para Daniel prometer que não tentaria nada com Bia e que terminou a frase com “confio em você, você é meu melhor amigo” de uma forma manipuladora. Julgava necessário, antes que as coisas saíssem do controle. Bia não levava ninguém a sério e com Daniel não seria diferente, se eles ficassem juntos, certamente perderia o melhor – e único – amigo na primeira briga de namoro dos dois. 
Não podia se dar ao luxo de perder o melhor amigo bem quando tinha perdido a namorada. Aliás, se não fosse por Daniel, Gustavo certamente passaria as férias de verão trancado em casa se escondendo no fundo do poço.

Apresentação1
 image
A PRINCESA COM OLHOS DE GATO / Gislene Vieira
image
Mesmo levando as mãos aos ouvidos as palavras de seu pai não paravam de ecoar em sua mente: “Seria melhor tê-la morta... morta...”.
Surpreendendo os guardas da porta, Loiane saiu correndo desnorteada. Não conseguia enxergar nada a sua frente, além do rosto de seu pai ditando as terríveis palavras. Só percebeu que estava chorando quando sentiu o gosto salgado das lágrimas em sua boca. Por fim, foi parar no jardim.
Ficou imóvel por alguns instantes, perdida em meio à paisagem familiar, e depois, caminhou rapidamente para o precipício de onde se tinha uma esplêndida visão do mar. Mas ela não conseguia ver o oceano lá embaixo, nem ouvir o grito das ondas se arrebentando contra o rochedo em seu cinzelar eterno.
Pareceu-lhe, por um segundo, ter encontrado a resposta para todos os seus problemas. Já não chorava mais. Sentiu o cheiro salgado invadir o seu ser enchendo o ar de promessas de paz e silêncio. Foi se aproximando perigosamente da borda.
— Opa, magrinha! Assim vai acabar voando com este vento! –
disse Abner puxando-a pelo braço e afastando-a da beirada. Atordoada, Loiane deixou-se levar docemente. Aos poucos foi recobrando a presença de espírito.
— Tire suas mãos de mim! – gritou, desvencilhando-se dos braços estranhos que a guiavam para a proteção do velho salgueiro. 
— Quem você pensa que é?
— Lamento muito, mas fiquei preocupado a vê-la tão próxima... – calou-se ao fitar os olhos de sua interlocutora. Por um instante lhe pareceu que algo estava fora do lugar, como se algum gênio brincalhão tivesse pegado uma bela jovem e trocado seus olhos humanos pelos de um gato. Imediatamente soube que estava diante da princesa e curvou-se educadamente. — Lamento o ocorrido, alteza. Eu não quis ser inconveniente.
Sentindo a raiva abrandar, Loiane esperou até que esta se extinguisse por completo. Tudo o que restou em seu peito foi uma enorme tristeza. Percebeu o que estivera prestes a fazer. Descobrir a existência de um padecer eterno como castigo pelo sacrilégio que quase cometera era algo mais do que poderia suportar. O que a preocupava realmente era a reação que seu pai teria se soubesse desse incidente.
Devia haver outra solução para seus problemas e ela via-se obrigada a encontrá-la.
— Quem é você afinal? – Indagou com alguma rispidez.
— Permita que eu me apresente. Abner Almodóvar Mouraber, aprendiz de feitiçaria, à sua disposição.
Apresentação1
 image
Apanhando Amoras / Valdir O. Ferreria
image
Clarisse havia completado dezesseis anos quando conheceu Marcelo, e foi então que começou seu martírio. Era um domingo. O sol tímido da tarde iluminava a pequena vila; a brisa mansa soprava como sempre. A tarde estava festiva, quase todos os moradores estavam à beira do campo de futebol. Era o que faziam todas as tardes de domingo. Não havia muito que fazer, ou se assistia televisão, ou ia jogar. O campo ficava bem no centro da vila, ao lado da bem cuidada igrejinha. Era ali que se comemoravam todas as festividades.
Neste domingo, ela o conheceu. A princípio, nem queria ir ao campo. Sentia-se indisposta, com uma porção de coisas passando pela sua cabeça. Naquela tarde, estava confusa e queria ficar sozinha. Alguma coisa lhe dizia para não ir. Preferia ficar em casa. Queria terminar de lerSublime Amor, livro que pegou na biblioteca da escola. Desde que começou a lê-lo, sentia-se envolvida por um sentimento mágico, que tocava fundo o seu coração. Era uma sonhadora, e ler o livro estava fazendo com que todas as fantasias do eterno e pungente amor desabrochassem nela. Fechava os olhos e se via como Angélica, heroína do romance, jurando amor ao seu amado Rodrigo. Esse clima romântico a envolvia, e ela viajava nas nuvens, sonhando também com seu príncipe encantado, tal qual o da história que lia. Ao saborear a leitura, sentia-se como se entrasse naquele universo, fundindo-se nas páginas e nas tramas desse amor. Durante horas, viajava num mundo que não conhecia ainda, a não ser quando se colocava no papel de Angélica. E então, ela experimentava a sensação do amor e do desejo. 
Mas, com a insistência das amigas foi ao campo e, logo que chegou, viu Marcelo. Pela primeira vez, sentiu um calafrio envolvendo-a por inteiro e uma ansiedade que não havia ainda vivenciado, apenas imaginado. Ele estava em campo, jogando uma partida de futebol. Num determinado momento, numa dividida com o adversário, caiu bem próximo de onde ela estava e a olhou de uma forma diferente, o que a perturbou. Clarisse sentiu um rubor subindo pela face e... Era ele, seu príncipe. O rosto ardia, e ela não conseguia mais desviar os olhos dele. Marcelo tinha um porte atlético, moreno e forte. Um olhar cativante e misterioso, certa desenvoltura no andar, no correr e até mesmo no falar. Vez ou outra, ele sorria, brincava com os companheiros, e isso a encantava. Não tinha dúvidas, era ele. Assim como Angélica tinha o seu príncipe Rodrigo, ela acabava de encontrar também o seu príncipe, Marcelo.
Clarisse tinha corpo de mulher. Um metro e setenta, cinquenta e cinco quilos; pele branca; cabelos loiros, encaracolados; dentes alinhados; um profundo olhar azul e um sorriso franco e sedutor. Era, de fato, possuidora de uma beleza rude, primitiva, porém feminina e de uma meiguice sem fim. Ela corava quando ele a olhava. Era a primeira vez que alguém a olhava assim. No inicio, ficou confusa.
Era amor a primeira vista. Apaixonara-se perdidamente por aquele rapaz.

Apresentação1
image
O Segredo de Eva / Adriana Vargas
image
— Qual foi a sensação de terminá-lo? – referiu-se ao livro que acabara de escrever e estava em minhas mãos, durante a viagem em seu carro.
Ele não parece não se dar conta de que esteve presente em todas as linhas. Lembrei-me dos momentos durante a escrita, na cama, uma enchente de ideias repensadas, formuladas com o afã do reconhecimento... A fumegante tigela do chá aguardando por mãos afoitas... Troco o chá e o resvalo de pão pelo teclado, preciso reencontrar você, em algum lugar. Quero mais e mais... Isso não acaba nunca?
— Quando se tem a inspiração, a sensação é neutralizada, pois sei que não o escrevi com minha absoluta habilidade. 
Eu queria lhe dizer que ele era a razão, apesar dele saber disso e se fazer de desentendido.
— Você tem cara de escritora.
Ele dizia isso quando eu colocava os óculos que me facilitavam a visão; ele sempre dissera a mesma frase e se esquecera disso ou talvez queira me provocar a ponto de me ver tão furiosa com o desejo de pular em seu pescoço e lhe roubar um beijo clandestino.
Fui ao seu enterro dias atrás, ao ver em páginas a anunciação de que não é aceito, nem tão pouco, bem vindo pelo portal adentro das edições. A única pessoa que quer saber de você sou eu. Eu que não existo a não ser para construir um mundo que faça você respirar, por entre as minhas palavras. O sol não nascerá para os poetas... Mataram o seu anjo da guarda e o seu sol late como um cão, no quintal interior.
— Como esquece tão facilmente o que diz... Não consigo acreditar nisso...
— O que tenho esquecido? – perguntei perplexa.
— Quer mesmo que eu diga? – queria xingá-lo de idiota neste momento. Ele se esqueceu de ficar, de me amar e ser feliz ao meu lado.
— Esqueci de lhe dizer que estarmos juntos envolve riscos... Esquecemos de ser sensatos; a paixão torna as pessoas irresponsáveis. 
— É assim que você denomina uma pessoa que se fragiliza diante do que sente? – queria persuadi-lo.
Ele diminuiu a velocidade.
— Você sabe o que está acontecendo?
Ele estacionou o carro.
— Sim. – respondi.
Ele olhou profundamente nos meus olhos.
— Me diz, então...
Sua boca fez expressão de me desejar.
— Não conseguimos nos afastar um do outro. – eu disse.
Entreguei-me a ele diante de carros que iam e vinham em alta velocidade. O céu aberto nos aquecia através do vidro do carro que via nosso amor acontecendo de forma avassaladora. O livro que estava em minhas mãos e que continha cada letra vinda de lágrimas durante a sua espera, caiu por entre as minhas pernas e esparramou-se no assoalho do carro. O leitor se lembrará de que cada palavra inspirada na sensação que é tê-lo em meus braços.

Apresentação1
 image
Paganus / Simone Marques
image
— Meus meninos… vinde despedir-vos de vossa mãe. – disse pegando­-os pelas mãos. 
Algumas senhoras carpideiras rezavam e choravam ao lado da cama de Eugênia e assim continuaram quando os dois meninos entraram. 
Diogo logo viu a figura pálida e imóvel da mãe sobre a cama. Ela estava linda, como sempre, mas seu semblante era endurecido, rígido… Ele pensou que talvez ela fosse mesmo um anjo. Aproximou-se da cama sem dizer nada, sabia que sua mãe não o estaria ouvindo, mas talvez visse, lá do céu, as lágrimas que ele derramava. Ele tocou no rosto dela e puxou a mão repentinamente. Era muito, muito frio… 
Douglas olhava para a mãe sobre a cama e sentia seu estômago revirar, porque ela fizera aquilo? Ela não tinha esse direito! Quem o tocaria com tanto carinho agora? Quem cantaria aquelas canções com a voz melodiosa ao lado da cama? Ela não tinha esse direito! Era a culpada! E agora, por culpa dela, as lágrimas desciam pelo seu rosto! Se seu pai visse aquilo o chamaria de fraco! Ele não era um fraco como seu irmão que, agora, solu­çava enquanto chorava ao lado da cama. “Rapariga”! Ele pensou dirigindo sua raiva para o irmão que todos diziam ser igual a ele. Douglas trincou os dentes e puxou o ar com força, tentando fazer as lágrimas voltarem para dentro de seus olhos. “Eu não sou um fraco!”, repetiu para si mesmo. 
A presença dos meninos ali foi interrompida pelo tio que avisava que a cerimônia de sepultamento iria começar. 
Todo o ritual pareceu demorar uma eternidade. Diogo observava o pai, que assumira uma feição maligna, que ele nunca vira em seu rosto. Seu pai sempre fora um homem rígido, sério, mas diante da mulher deixava aparecer o sorriso. Diogo temia que nunca mais conseguisse ver o pai sorrindo… 
Assim como o pai, Douglas assumira um olhar invocado e perdido, apertava as mãos nervosamente e assim que a cerimônia terminou, ele saiu correndo em direção à oficina dos empregados. Diogo seguiu o irmão, estava curioso com sua reação, achava que ele iria, finalmente, soltar o choro.
Apresentação1
image
Antes de você chegar / Renata Müller
image
Ele sorriu. Samy tinha razão em achar que ele era bonito. Se bem que eu poderia estar enganada. Todo mundo parece bem à meia luz. Apesar disso, o sorriso dele não me pareceu muito verdadeiro.
Olhei na direção em que ele estava olhando e minha respiração ficou presa na garganta. Era quase toda a cidade lá embaixo. Milhares e milhares de luzes brilhavam como se fossem estrelas. Era a coisa mais linda que eu já havia visto em toda a minha vida.
Acabei sentado na beirada da tampa a alguns palmos de distância dele. Balancei as pernas, como se fosse criancinha. Estava me sentindo bem pequena naquela hora.
— Qual é a sua? — acabei perguntando.
— O quê?
— De sequestrar garotas.
— Eu não te sequestrei — ele não pareceu se importar com a minha acusação.
— Você me mandou entrar no carro. No meu dicionário, isso é sequestro.
— Você poderia ter ido embora. Eu não iria atrás de você.
— Eu não acredito nisso — falei e olhei bem para ele. — Eu sei que você anda me vigiando.
— E entrou no carro mesmo assim? — dessa vez ele me olhou. Mais uma vez eu estava conseguindo arrancar uma expressão intrigada dele.
— Eu estava curiosa — confessei. — Mas, como dizem, a curiosidade matou o gato.
— Não se preocupe. Você não é o meu tipo.
— Isso não é coisa que se diga para uma mulher.
— Não é o tipo de moça que eu sequestro.
Ele estava brincando, mas eu não conseguia dizer com absoluta certeza. Por algum motivo, eu não conseguia ter medo dele. Na verdade, o voyerismo dele me empolgava. Fazia pensar que havia alguma coisa a mais na vida do que a chatice habitual. Se eu ousasse colocar em palavras, poderia dizer que aquela noite estava sendo a mais empolgante dos últimos anos.
— Por que foi que você me ajudou? 
Ele não me respondeu. Ao invés disso tirou do bolso um antigo conhecido meu. Acendeu e me ofereceu, mas eu não fumava mais. Apesar disso, o cheiro me deixou com vontade. Acho que talvez porque me lembrasse de tempos em que as coisas pareciam mais fáceis. Não digo que realmente fossem, mas pareciam assim.
— Obrigada por ter me ajudado — falei, quando ele pareceu não estar mais me dando atenção.

Apresentação1
image
Carmela e Lorenzo / Rubens Conedera
image
Sua mão pálida surgiu a minha frente, antes que eu erguesse a fronte. Aos poucos, comecei a olhar para frente, e Lorenzo estava lá, diante de mim, com roupas belas, mas não arrumadas de maneira formal. Sua mão estava estendida, e ele fez um gesto de reverencia, que eu retribuí imediatamente. A música fluía por meu corpo, e eu dançava divinamente, como se soubera dançar há muito tempo. Depois dos passos que Lorenzo ensinara-me, eu segui sozinha, trocando passos em sua frente, suavemente, ora para um lado, ora para outro. Ele esperava-me, e então parei. Ele aproximou-se e segurou-me da ponta dos dedos, fragilmente, mas firme o bastante para que eu girasse uma, duas, três vezes, até que ele me soltou. Eu já não dançava mais a música, agora eu girava livre pela capela, olhando seus belos afrescos, que se transformavam em redemoinhos coloridos, mas de forma que eu reconhecia suas figuras. Eu girava mais rápido, e a música também acelerou. Eu estava livre, como nunca estivera antes. Eu não temia nada, eu estava só, a não ser pela presença de Lorenzo, que surgiu em minha frente repentinamente. Quase esbarrei nele, mas parecia tudo estranhamente ensaiado. Nossos corpos se chocaram suavemente, um de frente para o outro. Ele segurou minha mão direita à altura de meu flanco, e minha mão esquerda encostou-se levemente em seu peito. Minha testa ficou diante de seu queixo, de forma que eu sentia sua respiração fria em meu rosto. A música parou, e encostei-me em seu ombro, fechando meus olhos lentamente. A música cessara, e por um instante, tudo parou. Fiquei mergulhada em um tipo de limbo por alguns instantes, até que meus olhos abrissem. Eu pestanejava com dificuldades, então olhei para os lados, tentando entender o ocorrido. O teto da capela estava preto e branco, eu estava em cima do andaime, olhava para os lados, e não enxergava Lorenzo. Andei até o beiral do andaime, e vi Lorenzo sentado, levemente curvado, com os cotovelos sobre os joelhos, e o rosto repousando sobre as duas mãos, curvadas em forma de concha, servindo como moldura para o rosto. Ele me olhava com admiração, e eu, não sabia o que falar.
— Eu... Eu não sei o que... Eu fiz...
— Não se preocupe Carmela, sonhar não é crime.
— Como sabe que sonhei?
— Eu... Não sabia, eu deduzi. Você dançar sobre um andaime, de olhos fechados, só poderia estar sonhando.
Apresentação1
image
Os filhos do tempo / Chaiene Barboza
image
Logo que terminou o contato com Kenan, os tripulantes da nave Science II se transportaram para Nova Iorque, para voltar a sua vida terrestre normal.
Assim que pode, Nicolas começou a trabalhar como Estagiário num Laboratório de Pesquisas Tecnológicas em Física Gravitacional, não sendo difícil para ele arrumar uma vaga no emprego, devido aos infinitos conhecimentos que agora possuía. Cada um dos tripulantes da nave receberam identidades terrestres novas, inclusive Nicolas, preparadas por Drako, que entrou nos sistemas de identificação americanos.
À noite, Nicolas adorava passear com Zara pelas ruas iluminadas de Nova Iorque, pela Quinta Avenida e pelo Central Park. Numa noite de sábado, pararam e sentaram em um banco para conversar. Zara olhou para as estrelas e disse:
— Nicolas, você gosta de olhar as estrelas?
— Gosto muito, mas quando nós subimos com a nave, pude ver a Terra de cima e essa foi uma das mais belas visões que tive. É tudo tão grandioso que pude perceber como nós somos pequenos. 
— E pensar que embora a galáxia Via Láctea tenha milhares de estrelas, o planeta Terra fica situado num Sistema Solar, localizado em apenas uma de suas espirais, no chamado “braço de Órion”. O Sol é uma estrela considerada anã, de quinta grandeza. A estrela Alnilam é seis vezes maior que o Sol. A estrela Antares é trezentos e oito vezes maior que o Sol e a estrela Betelgeuse é quinhentos e noventa e uma vezes maior que o Sol da Terra. – disse Zara.
— Vocês possuem astronautas? – perguntou Nicolas.
— A palavra “astronauta” significa viajante das estrelas, mas a lua é o lugar mais afastado para o qual o homem viajou até agora no seu tempo. Todos nós no nosso planeta somos treinados desde jovens nas ciências astronômicas, pois as viagens no espaço e no tempo são necessárias. – respondeu Zara.


Apresentação1
image
A profecia de Hedhen / Ana Aguiar
image
Longe dali, Deborah sofria com o calor externo e com o frio interno que chegou com a febre. Imagens desconexas, rostos desconhecidos e deformados surgiam em sua mente. Ela sentiu um líquido ser derramado em seus lábios secos. Era viscoso e amargo e a fez tossir.
— Precisa beber tudo – disse uma voz distante. – Seu corpo precisa combater o veneno.
Ela foi obediente à voz e tomou o terrível líquido. Ao tentar abrir os olhos, sentiu dor ao ver a luz. O frio aumentou e ela gemeu entre tremores violentos. Quando Deborah voltou a tentar abrir os olhos, era noite. Os tremores haviam passado, e ela aproveitou para observar o ambiente em que estava. Era uma caverna diferente das Cavernas do Sal. Essa possuía desenhos estranhos nas paredes, e um pequeno lago se formara em seu interior. Ela estava deitada em cima de um cobertor de pele de camelo. Sua perna foi imobilizada e envolvida por faixas no local da mordida da cobra. Ao sentar, a cabeça rodou e doeu como se um martelo a tivesse atingido. Ela soltou um gemido enquanto cobria o rosto com as mãos.
— Você é mais forte do que pensei – disse a mesma voz que ela ouvira durante o sono.
Ela ergueu a cabeça e viu um homem de pequena estatura, um pouco maior do que um anão, cujas vestes se assemelhavam a dos sacerdotes das Cavernas do Sal.
— Onde eu estou?
— Está onde deveria estar – foi a resposta simples.
— E como eu cheguei aqui? Não havia nada, apenas o deserto.
O homem riu.
— Na verdade, eu encontrei você graças ao seu camelo. Você não estava longe daqui. Mais um dia de caminhada e chegaria. O problema foi a cobra.
— Quantas horas eu dormi?
— Dois dias inteiros de muita febre e delírio.
Deborah não soube o que responder diante da surpresa.
— Você disse dois dias?
— Menina! Você foi picada por uma víbora! É um milagre estar viva. Se não fosse a Profecia, sua vida teria sido tirada de você.
Ela atentou para o homem, que parecia ser bem mais velho do que aparentava.
— O que eu tenho que fazer aqui?
— Em primeiro lugar, se recuperar. Precisa passar por uma prova difícil para o seu espírito, e precisa de um corpo forte para sustentá-la.
Ela voltou a deitar no cobertor sentindo um sono repentino. Era verdade o que ele falara sobre ela precisar se recuperar.
— Durma e descanse. Amanhã, nós conversaremos com mais clareza.
Ele pousou a mão pequena na sua testa e ela dormiu um sono tranquilo.
Apresentação1
image
Padaria / Gislene Vieira
image
Estava irremediavelmente preso. Um cheiro forte de gasolina atingiu minhas narinas. Meu corpo estava estranhamente molhado, quase pegajoso. Uma dor aguda e insuportável penetrava meu corpo, vinda de meu braço esquerdo. Estava escuro. Aos poucos meus olhos foram se acostumando à ausência de luz. 
Um brilho tênue reluziu em algum ponto logo à minha esquerda. Levei um tempo para perceber que ali estavam os dois pares de olhos grandes e negros de Yolanda a fitar ─me. Estavam repletos de dor e medo. Agarrada à minha mão esquerda, o rosto era a única coisa possível de se perceber em meio às ferragens. Lágrimas rolavam por Seu rosto salpicado de sangue. 
─ Y─ olanda? – Murmurei. A voz fraca. 
─ Está doendo. – Chorou ela. Como eu não conseguisse reunir forças para dizer ─lhe algo, ela repetiu. – Beto, está doendo! 
Um ruído alto se fez ouvir provocando nela um grito fraco. Uma rajada de luz amarelada misturada com vozes e sons desconexos chegou até mim. Mãos fortes me agarraram pelas coxas. Olhei para o rostinho de Yolanda emoldurado pelas ferragens a me olhar num misto de pavor e esperança. As mãos persistiram com força, puxando o meu corpo inerte. Meu braço esquerdo estava preso em algo. O som de algo estridente que só depois de algum tempo percebi ser uma serra soou e o corpo de alguém toldou minha visão. Movi a boca sentindo a língua mole e nenhum som brotou de minha garganta. Queria dizer para ajudarem ela primeiro. Mas nada saía. Finalmente o braço pareceu ceder. Só percebi o movimento de afrouxamento por conta de uma nova onda de dor. Meu peito rompeu em gritos agudos incontroláveis. Soltei a mão de Yolanda.
Apresentação1
image
Amor invertido, Maximiliano Souza
image
─ Fecha essa maldita porta! 
Segurava com uma pinça um papel branco que parecia estar levando para a pia. A luz vermelha brigando com a luz que vinha de onde eu estava. Bati a porta em resposta assustada à ordem berrada para logo depois recuperar toda a minha indignação. 
─ Inferno! – Vociferou ele enquanto analisava o papel que tinha nas mãos e depois as outras fotos que já tinha pendurado no varal. – Mas que merda! 
─ Merda é aquilo que você deixou lá no computador! Seu doente anormal! O que você está pensando? 
Despejei uma corrente contínua de impropérios enquanto o via observar o filme e depois jogá-lo na pia com irritação e vir em minha direção. A poucos passos não consegui mais ver seu rosto já que ele era bem mais alto e com isso cobria a luz que vinha da pequena lâmpada vermelha. Fechei os punhos, já pronto para a briga. Afinal, não ia ficar quieto diante daquele desaforo. O cara estava namorando a minha irmã, “pelamordedeus”! 
Continuei xingando e descrevendo o quanto ele era um pervertido, preparado para qualquer coisa já que não conseguia ver bem o que acontecia. Quer dizer, achei que estava preparado para qualquer coisa. Mas seria impossível estar preparado para a pressão em meus lábios e a invasão úmida de minha boca. O choque congelou meu cérebro. Ele jogou o corpo dele contra o meu e me pressionou contra a parede. 
Apresentação1

BIENAL 2012

cats1
image
Para a Bienal, alguns autores estão programando alguns brindes, para comemorar este evento:
Mariana Sagambato, Beijos e Batom:

- Giveaway de brilho labial para quem comparecer durante a hora do autógrafo e comprar um livro nos dias da Bienal.
- Giveaway de panfletos por toda a Bienal: consiste na capa do livro na frente e a sinopse atrás com os links do site da modo.
- Giveaway de "lembrancinhas" para quem passar no estande nos dias que eu estiver lá.
- Giveaway de marcadores.
                                             image image 
Gislene Vieira, A princesa com olhos de gato e Padaria:
image image
Estará levando, sacolas personalizadas de seus livros.
Renata Müller, Antes de você chegar:
                                                     image image    image
Estará levando, marcadores e agendas personalizadas.
Chaiene Barboza. Os filhos do tempo
image
Sorteará dois livros Os Filhos do Tempo autografados, e quem comprar o livro na Bienal, levará um marcador.
Adriana Vargas, O segredo de Eva, O voo da Estirpe e Oitavo Pecado:
image
Adriana estará levando – marcadores tradicionais, marcadores aéreos, canetas com lembranças, marcadores com elásticos, diários e agendas para resenhas, agendinhas de telefone.
                                                        image image 
                                                        image image 

image
                                

Rubens Conedera, Carmela e Lorenzo:
Estará levando, 10 canecas personalizadas
image


5 comentários :

  1. Olá querida.

    Uauuu, quanta coisa boa nesse seu post. A editora Modo tem livros muito bons, principalmente o seu.

    bjs

    http://marcia-pimentel.blogspot.com.br/2012/07/noticia-sobre-o-proximo-livro.html

    ResponderExcluir
  2. Parabéns e Sucesso a você e a todos os autores da Modo Editora, realmente os livros foram muito bem selecionados.
    Beijos amiga.

    ResponderExcluir
  3. Uma fofa a Gabi, estou ansiosa para ler Angellore!

    ResponderExcluir
  4. Olá minha linda, eu também não vejo a hora.
    Bjos!

    ResponderExcluir
  5. Oi Neiva a Modo está realmente caprichando.
    Bjos linda!

    ResponderExcluir

Olá, este é um sonho estou lutando muito para torná-lo uma realidade. Dê sua opinião, critique de forma construtiva.
Obrigada, um abraço indelével.
Carinhosamente Ahtange.